Autor: Imprensa@camaraqi.pr.gov.br
NOTA OFICIAL À IMPRENSA
Câmara de Vereadores de Quedas do Iguaçu

A Câmara Municipal de Quedas do Iguaçu informa que, na manhã desta quarta-feira (29), não recebeu visita de agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), tampouco houve qualquer diligência, mandado de busca ou intimação envolvendo o prédio do Poder Legislativo ou os vereadores desta Casa.
O comunicado divulgado pelo Ministério Público do Estado do Paraná, por meio do GAECO, informa que a quarta fase da Operação “Juros & Pólvora” foi deflagrada em Quedas do Iguaçu, tendo como alvos um servidor público municipal e um policial militar, investigados por supostamente terem recebido vantagens financeiras ilícitas para favorecer um vereador da cidade.
Vale destacar que a Câmara Municipal de Quedas do Iguaçu reitera que nenhum vereador foi alvo de medidas judiciais ou investigativas nesta data (29) e que as atividades legislativas seguem em plena normalidade, com total disposição para colaborar com os órgãos competentes sempre que necessário.
Câmara Municipal de Quedas do Iguaçu
Assessoria de Imprensa – 29 de outubro de 2025.
Texto original do Ministério Público do Paraná (GAECO):
Na manhã desta quarta-feira, 29 de outubro de 2025, o Ministério Público do Estado do Paraná, por meio GAECO, deflagrou a quarta fase da Operação “Juros & Pólvora”, no município de Quedas do Iguaçu/PR.
A operação tem como objetivo o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão. São alvos da medida um servidor público municipal e um policial militar, investigados por supostamente terem recebido vantagens financeiras ilícitas para favorecer um vereador da cidade.
Segundo as investigações, o servidor público municipal, que atuava na Delegacia de Polícia da cidade, de forma reiterada, violava o sigilo funcional repassando informações sobre operações policiais e investigações ao vereador da cidade e, em troca, recebia combustível para uso particular.
Já o policial militar, igualmente recebia vantagens ilícitas para favorecer o vereador em troca de atos de ofício.
Durante as diligências, estão sendo apreendidos celulares, documentos, entre outros materiais de interesse da investigação.
Os crimes investigados, nesta fase, são corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional.
O servidor público foi afastado de suas funções por determinação do Juízo Criminal da Comarca de Quedas do Iguaçu.